
A Orla Brasil promoveu, no dia 28 de outubro, a primeira edição do “Encontros da Orla Brasil”. O evento aconteceu no Centro de Convenções de Salvador, localizado no bairro da Boca do Rio, e teve como objetivo celebrar as conquistas alcançadas, compartilhar as novidades preparadas para a próxima temporada e traçar, de forma conjunta, os próximos passos do projeto. A iniciativa previu um Verão com diversas atividades diárias, festival gastronômico e lazer e entretenimento para moradores e turistas.
Marcaram presença na ocasião o diretor-geral da Codesal, Adriano Silveira; Hugo Flávio Júnior, gerente de prevenção da Codesal; e Gabriel Pugliese, coordenador do Centro de Monitoramento e Alerta da Defesa Civil de Salvador (Codesal).
O encontro também contou com a presença dos secretários municipais da Sedur, Semop e SalvadorPAR, e foi desenhado especialmente para valorizar, integrar e engajar parceiros, operadores e donos de quiosques, colaboradores e todos aqueles que fazem a engrenagem da orla de Salvador girar diariamente. Mais do que um espaço de anúncio de novidades, o evento se consolidou como um momento fundamental de alinhamento e conexão para o futuro da região.

O diretor-geral da Defesa Civil de Salvador (Codesal), Adriano Silveira, e outros representantes do órgão municipal marcaram presença, no dia 28 de outubro, na Oficina de Validação de Riscos Climáticos e Atualização das Ações do Plano Municipal de Mitigação e Adaptação às Mudanças do Clima de Salvador (PMAMC). O encontro reuniu equipes técnicas e gestores para debater e aprimorar as estratégias de enfrentamento aos desafios climáticos na capital baiana.
Também participaram da atividade o secretário da Secis, Ivan Euler, o subsecretário da Secis, Walter Pinto Jr. e o diretor-geral de gestão do Sistema de Áreas de Valor Ambiental e Cultural (SAVAM), João Resch. Durante a oficina, os participantes puderam validar as estratégias já traçadas e atualizar as ações voltadas para a resiliência da cidade.
O encontro foi fundamental para fortalecer o planejamento e a integração entre os diversos órgãos municipais. A troca de informações e a validação conjunta garantem que as políticas públicas de prevenção e sustentabilidade estejam alinhadas e sejam mais eficazes.
O trabalho segue em ritmo acelerado na gestão do prefeito Bruno Reis e da vice-prefeita Ana Paula Matos. O foco permanece na prevenção, na sustentabilidade e na construção de uma Salvador cada vez resiliente e mais preparada para os desafios climáticos, garantindo a segurança e o bem-estar da população soteropolitana.
Depois de um período de chuvas expressivas em Salvador, a previsão indica uma melhora gradual nas condições do tempo durante o fim de semana. A atuação de uma massa de ar quente e seca deve favorecer a presença do sol entre esta sexta-feira (30) e domingo (1º), com céu claro a parcialmente nublado e redução na possibilidade de chuva.
Nesta sexta-feira, no entanto, ainda há chance de precipitações fracas ao longo do dia. Isso porque os ventos úmidos provenientes do Oceano Atlântico poderão provocar episódios isolados de chuva, apesar da influência da massa de ar quente e seca. A probabilidade de precipitação é de 40%, com temperaturas variando entre 23°C e 32°C. Os ventos podem atingir 33 km/h, com intensidade forte.
Neste sábado (31), o cenário será mais estável, com céu claro a parcialmente nublado e apenas 20% de possibilidade de chuva. Os termômetros devem marcar entre 22°C e 33°C, enquanto os ventos podem chegar a 31 km/h. Já no domingo (1º), a previsão é de condições semelhantes, com sol entre nuvens, 30% de chance de precipitação e temperaturas entre 23°C e 33°C. Os ventos devem alcançar 28 km/h, com intensidade moderada.
A melhora acontece depois de um período de volumes significativos de chuva na capital baiana. De acordo com os índices pluviométricos divulgados pela Defesa Civil de Salvador (Codesal), algumas localidades registraram acumulados superiores a 70 milímetros nas últimas 72 horas.
O maior volume foi registrado na Barra, na estação Vila Naval, com 84,8 mm. Também aparecem entre os locais com maiores acumulados Engenho Velho de Brotas (70,4 mm), Brotas (70,2 mm), Ondina (70 mm), Federação (68,1 mm) e Rio Vermelho (68 mm). Na estação de Ondina, o acumulado de outubro chegou a 80,2 mm, diante de uma normal climatológica de 91 mm para o mês.
Nas últimas 24 horas, os volumes foram menores. A Federação registrou 8,4 mm, seguida por Ondina, com 2,8 mm, e Rio Vermelho, Barbalho, Barris e Centro, todos com 2 mm.
Apesar da previsão de melhora, a atenção deve permanecer voltada para a exposição ao sol. O índice de radiação ultravioleta (UV) está na faixa extrema durante os três dias. A recomendação é utilizar protetor solar, evitar exposição prolongada nos horários de maior incidência solar e manter a hidratação.

Na última terça-feira (27), o coordenador de Apoio Administrativo da Defesa Civil de Salvador (Codesal), Ivan Paes Leme, foi homenageado com o título “Servidor Destaque 2026”, em cerimônia promovida pela Secretaria de Gestão Municipal (Semge), na Dona Mariquita – Casa de Veraneio, situada no bairro do Comércio.
“A excelência da Defesa Civil de Salvador está atrelada a uma gestão e estrutura administrativas eficazes. Por isso, seguiremos investindo na modernização dos processos e na valorização dos nossos servidores. Gostaria de reiterar minha admiração à competência e ao comprometimento ao longo de todo o trabalho desenvolvido por Ivan”, afirmou o diretor-geral do órgão municipal, Adriano Silveira.
Graduado em Contabilidade e em Direito, e com especialização em Gestão Pública, Ivan Paes Leme atua na Codesal desde 2018 e possui uma trajetória sólida de 23 anos no serviço público municipal, com passagens pela antiga Superintendência de Parques e Jardins (SPJ) e pela Superintendência de Obras Públicas (SUCOP). “Este reconhecimento serve como um novo ponto de partida para buscar ainda mais excelência. O meu compromisso é o de continuar trabalhando com dedicação, ética e responsabilidade. Sou muito grato a minha equipe por tudo e sem ela não estaria aqui hoje”, ressaltou Ivan Paes Leme.
Por fim, para os próximos meses, as metas do coordenador de apoio administrativo estão centradas em três pilares: modernização e digitalização de processos, como gestão do almoxarifado e controle de patrimônio; aprimoramento da logística de desastres, por meio de treinamentos constantes; e valorização e capacitação da equipe do setor.

A Prefeitura, por meio da Defesa Civil (Codesal), iniciou na última segunda-feira (26) um projeto-piloto para monitorar a erosão costeira nas praias do Clube Espanhol, do Cristo, do Farol da Barra e do Porto da Barra. A iniciativa combina imagens de satélite e levantamentos topográficos de alta precisão para identificar mudanças na faixa de areia e subsidiar ações de prevenção, planejamento e conservação da orla. A escolha dos quatro pontos considerou um estudo preliminar que identificou alterações na linha de costa ao longo das últimas décadas, além das características geomorfológicas dos trechos e da importância da região para o turismo, a dinâmica urbana e o uso público. As visitas de campo estão previstas para este segundo semestre e ao longo do próximo ano.
De acordo com o diretor-geral da Codesal, Adriano Silveira, o investimento amplia a capacidade do órgão de acompanhar as transformações do litoral e orientar medidas de proteção. “É mais um investimento em tecnologia para a Defesa Civil de Salvador prestar um serviço melhor à comunidade, principalmente nas áreas costeiras. Esses recursos vão trazer mais informações para que possamos tomar decisões melhores e mais assertivas em benefício da população soteropolitana”, afirma.
Os levantamentos utilizam a tecnologia GNSS RTK, um sistema de posicionamento por satélite que recebe correções em tempo real e permite obter coordenadas com precisão centimétrica. Na prática, o equipamento possibilita mapear detalhadamente o relevo das praias e comparar as medições realizadas em diferentes períodos. A previsão é que o acompanhamento seja preferencialmente mensal, com campanhas adicionais após eventos climáticos extremos. Adriano detalha que o trabalho combina as informações dos satélites com as medições realizadas diretamente nas praias. Um sensor instalado no Farol da Barra integra essa estrutura de levantamento de dados.
“O sensor busca informações dos satélites da região e, junto com as medições em solo, fornece informações preciosas para a tomada de decisão. O equipamento permite identificar processos de erosão, estabilização ou acréscimo de sedimentos, para que possamos avaliar os possíveis efeitos sobre a população, o turismo e os equipamentos públicos municipais”, explica.
Trabalho periódico
O coordenador do Centro de Monitoramento e Alerta da Defesa Civil de Salvador (Cemadec) e oceanógrafo, Gabriel Pugliese, pontua que a continuidade das medições é fundamental para compreender a dinâmica desses ambientes. “As praias estão em constante transformação pela ação das ondas, das correntes e do transporte de sedimentos. Com medições precisas e comparações ao longo do tempo, podemos identificar melhor os trechos que apresentam sinais de erosão e compreender como essas mudanças evoluem”, explica.
As informações serão organizadas em sistemas de informação geográfica, como o QGIS, e integradas a imagens de satélite e técnicas de reconstrução do relevo submerso. A combinação permitirá ampliar a análise da morfologia costeira, inclusive em áreas com afloramentos rochosos. Embora as primeiras medições já possam fornecer informações sobre as condições das praias, a formação de uma série histórica consistente exige pelo menos um ano de acompanhamento. Esse período é necessário para observar as variações sazonais e compreender o comportamento da faixa de areia em diferentes épocas do ano. Os dados estão em fase de coleta e análise, e a divulgação dos resultados ainda não tem data definida.
O diretor da Defesa Civil, Adriano Silveira, ressalta que as mudanças na faixa de areia fazem parte da dinâmica costeira e que o monitoramento permitirá avaliar suas consequências para cada trecho acompanhado. “Os processos de erosão, acréscimo de sedimentos e estabilização acontecem a todo momento. O que precisamos medir é se essa erosão pode criar uma situação de risco à segurança, afetar o turismo da região ou comprometer equipamentos públicos. É esse acompanhamento que vai nos dar condições de entender o comportamento das praias e orientar as decisões”, destaca.
As informações poderão subsidiar medidas preventivas, o planejamento urbano e ambiental e a proteção da infraestrutura próxima ao mar. A proposta é ampliar gradualmente o monitoramento para outras praias da capital, conforme os resultados do projeto-piloto e o planejamento das próximas etapas. O trabalho considera ainda os desafios associados às mudanças climáticas, como a elevação do nível do mar e possíveis alterações nas condições das ondas e na ocorrência de eventos extremos. O acompanhamento da linha de costa poderá ajudar a identificar trechos que demandem maior atenção, especialmente após ressacas. Nesta fase, a execução está sob responsabilidade da Codesal. O órgão também mantém contato com a Universidade Federal da Bahia (UFBA) para avaliar possibilidades de colaboração.
O projeto não prevê intervenções físicas nas praias neste momento. Medidas como a alimentação artificial, que consiste na reposição de areia em áreas afetadas pela erosão, dependem de estudos específicos sobre a dinâmica dos sedimentos, a compatibilidade do material utilizado e os possíveis impactos ambientais, inclusive nas praias vizinhas. Para Adriano, o monitoramento integra os investimentos municipais em prevenção, assim como as obras de proteção de encostas realizadas na cidade.
“A Prefeitura não mede esforços para trazer mais resiliência e segurança para Salvador. São investimentos em tecnologia e também em contenções e geomantas nas áreas de risco, para que a população possa dormir tranquila, principalmente nos períodos de chuvas fortes”, ressalta. A população também pode contribuir com a conservação desses ambientes ao evitar o descarte de resíduos, respeitar a vegetação de restinga e comunicar às autoridades situações de erosão acentuada ou danos em estruturas próximas ao mar.
Texto: Camila Vieira e Gilvan Santos / Secom PMS

A Prefeitura de Salvador iniciou na última quinta-feira (22) os preparativos para o Natal Salvador 2026 com uma vistoria preventiva nas ruas do Centro Histórico, onde serão realizadas as principais atrações da festa. A ação reuniu equipes de diferentes órgãos municipais e teve como objetivo identificar possíveis riscos e antecipar serviços de manutenção para garantir a segurança de moradores, turistas, trabalhadores e comerciantes durante a programação.
A inspeção deve seguir pelos próximos dias e conta com a participação da Defesa Civil de Salvador (Codesal), Guarda Civil Municipal (GCM) e das secretarias de Manutenção (Seman), Urbanismo (Sedur) e Ordem Pública (Semop), além da Diretoria de Serviços de Iluminação Pública (Dsip), responsável pela coordenação do evento.
Com previsão de durar cerca de 30 dias, entre dezembro de 2026 e janeiro de 2027, o Natal Salvador se consolidou como uma das principais atrações do calendário de fim de ano da capital baiana. Na edição anterior, a programação reuniu pouco mais de 2 milhões de pessoas no Centro Histórico, com atrações culturais, manifestações artísticas regionais, comércio de rua, iluminação temática e opções gastronômicas.
Vistoria preventiva
A inspeção tem duração estimada de dois a três dias e abrange ruas principais e transversais do Centro. As equipes avaliam as condições da pavimentação, dos sistemas de drenagem, das instalações elétricas e dos equipamentos públicos, além de identificar pontos que precisam de reparos ou adequações.
Segundo Ângelo Magalhães, diretor de Iluminação Pública, o trabalho conjunto permite que cada órgão identifique as intervenções necessárias dentro de sua área de atuação antes do início da festa.
“Neste trabalho, cada órgão avalia o que lhe compete e sai daqui com seu dever de casa, sabendo onde precisará atuar, realizando as manutenções e ajustes necessários, para que possamos entregar uma festa com toda a segurança possível”, afirmou.
Ao final das vistorias, será elaborado um relatório com os pontos identificados e as medidas necessárias. O documento será encaminhado aos órgãos responsáveis, que poderão programar os serviços e realizar os ajustes antes da chegada do público.
A Codesal também participa da avaliação, com foco nas condições dos espaços por onde haverá circulação de pessoas. De acordo com Adriano Silveira, diretor do órgão, o objetivo é reduzir riscos e garantir que as vias estejam preparadas para receber o público.
“A ideia do Sistema Municipal de Proteção e Defesa Civil é reestruturar as áreas de modo a deixar toda a via liberada, para que a população possa curtir a festa sem nenhum tipo de risco, eliminando qualquer possibilidade de acidente durante a realização do Natal Luz de Salvador”, declarou.
Texto: Marco Pitangueira e Eduardo Santos / Secom PMS. Edição: repórter Luana Veiga, portal Alô Alô Bahia.