
A Prefeitura de Salvador anunciou, na última quarta-feira (16), pela manhã, a criação dos parques Passa Vaca e Mussurunga, durante evento realizado na Rua Oswaldo Hugo Sacramento, nº 10, em Patamares.
A iniciativa amplia a proteção de áreas verdes da cidade e reforça as ações de Salvador para enfrentar os efeitos das mudanças climáticas, com mais natureza, espaços de convivência e qualidade de vida para a população.
Participaram do anúncio o prefeito Bruno Reis, o secretário de Sustentabilidade, Resiliência e Bem-Estar e Proteção Animal (Secis), o diretor-geral da Defesa Civil de Salvador (Codesal), Adriano Silveira, entre outras autoridades municipais.
Texto: Secom PMS

Órgão municipal destaca a importância da Libras e do atendimento humanizado
Com a proximidade do Dia Nacional do Surdo, celebrado anualmente no Brasil em 26 de setembro, a Defesa Civil de Salvador (Codesal) chama a atenção para a importância da acessibilidade e da inclusão da comunidade surda nos serviços públicos de proteção e defesa civil. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a Bahia abrange mais de 721 mil pessoas com algum grau de deficiência auditiva – sendo mais de 30 mil totalmente surdas. Desse modo, garantir que a informação chegue a todos é uma questão de inclusão, segurança e cidadania.
Na Codesal, o atendimento ao público é a porta de entrada para quem precisa dos serviços do órgão, e a comunicação sem barreiras é fundamental.
“O Dia Nacional do Surdo nos convida a refletir sobre a importância da Língua Brasileira de Sinais (Libras) como instrumento de cidadania. Na Codesal, entendemos que a prevenção e a resposta a desastres só são efetivas quando alcançam todas as pessoas. A informação salva vidas, e ela precisa chegar a todos, sem exceção”, afirma o diretor-geral da Defesa Civil de Salvador, Adriano Silveira.
A Língua Brasileira de Sinais (Libras) foi reconhecida como meio legal de comunicação e expressão pela Lei nº 10.436, de 2002, e regulamentada em 2005. Apesar dos avanços, a efetiva implementação da língua em todos os espaços sociais ainda é um desafio.
“A gente vê que o reconhecimento legal foi um passo importante, mas o dia a dia ainda exige esforço. Aqui na Codesal, procuramos fazer a nossa parte, orientando e acolhendo. O nosso papel é garantir que a pessoa surda saia daqui com a sua demanda resolvida e se sinta respeitada. É gratificante quando ela consegue se comunicar e entender o que precisa ser feito. Isso é inclusão de verdade”, conclui a intérprete e tradutora Genice Nogueira, que atua na Codesal desde 2017, no setor de Atendimento ao Público, e também já atuou no setor Social, em 2023.

O prefeito de Salvador, Bruno Reis, assinou na última terça-feira (15), às 9h, a ordem de serviço para a requalificação e restauração da Câmara Municipal de Salvador, na Praça Thomé de Souza, no Centro Histórico.
A intervenção, em uma área de 2.508,45 m², inclui a recuperação da estrutura e da cobertura, renovação de pisos, revestimentos, forros, esquadrias, instalações elétricas e hidráulicas, climatização, além da restauração da fachada e de ambientes internos.
A obra também contempla a reconstrução da cobertura, atingida pelo incêndio que afetou parte do prédio em 2025.
O projeto foi elaborado pela Fundação Mário Leal Ferreira (FMLF) e as obras ficarão a cargo da Superintendência de Obras Públicas (Sucop).
O diretor-geral da Defesa Civil de Salvador (Codesal), Adriano Silveira, esteve presente na ocasião, além de outras autoridades municipais.

A Prefeitura de Salvador e o Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) firmaram, na última sexta-feira (11), um acordo de cooperação técnica para a criação da Rede de Governança Colaborativa da Justiça Cidadã e Restaurativa, iniciativa que integra o projeto Pertencer. Desenvolvida pela Corte, a ação busca aproximar os serviços públicos de comunidades em situação de vulnerabilidade por meio de uma atuação conjunta de diferentes entes. Além do município, participam Governo do Estado, Ministério Público e Defensoria Pública.
A solenidade ocorreu no Auditório Desembargadora Olny Silva, na sede do TJ-BA, no Centro Administrativo da Bahia (CAB), e contou com a presença do prefeito Bruno Reis, do presidente do TJ-BA, José Edivaldo Rotondano e do ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Carlos Brandão, entre outras autoridades, a exemplo do diretor-geral da Defesa Civil de Salvador (Codesal), Adriano Silveira.
A primeira comunidade de Salvador escolhida para receber o Pertencer foi a Gamboa de Baixo, que enfrenta desafios relacionados à regularização fundiária, infraestrutura e questões sociais. De acordo com o TJ-BA, antes da implementação de ações no local haverá uma etapa de escuta com a população para identificar as principais demandas. Lideranças comunitárias, mulheres e jovens deverão participar desse processo.
A partir dos diagnósticos produzidos com a participação dos moradores, as instituições públicas da rede colaborativa deverão definir os encaminhamentos para as demandas.
O prefeito Bruno Reis destacou que a capital baiana ainda enfrenta déficits históricos em diferentes áreas e somente o esforço conjunto entre os órgãos públicos pode mudar essa realidade.
“Quando a gente se une, fica mais fácil enfrentar os desafios, dirimir os conflitos e pacificar as comunidades. Nesse momento, o TJ-BA já está ouvindo quais são as necessidades da comunidade da Gamboa e os problemas a serem enfrentados para, em seguida, este grupo, formado pelo Tribunal, Prefeitura, Governo do Estado, Ministério Público e Defensoria, trabalhar de mãos dadas e levar as soluções”, afirmou o prefeito.
Durante a solenidade, o presidente do TJ-BA, desembargador José Edivaldo Rotondano, também reforçou que a complexidade dos problemas enfrentados pelas populações mais vulneráveis exige uma atuação articulada.
“Diante da complexidade dos desafios sociais vistos nas periferias, é fato que nenhuma instituição do estado consegue oferecer respostas duradouras atuando isoladamente”, afirmou.
Ainda segundo Rotondano, a rede de governança formada pelo Pertencer terá como princípios o diálogo, a escuta das comunidades e a construção de soluções integradas.
Ele aproveitou a ocasião para citar como exemplo de potencial transformador a regularização fundiária da comunidade de Alagados, na região da Cidade Baixa.
“A nossa união gera corresponsabilidade técnica, metodológica e institucional, estabelece planos de trabalho estruturados, diagnósticos prévios, capacitações mútuas e compromissos concretos com a dignidade da população”, completou.
Texto: Gilvan Santos e Thiago Souza / Secom PMS

O projeto já capacitou mais de 4 mil voluntários desde 2018
A Defesa Civil de Salvador (Codesal) realiza, na próxima quarta-feira (23), mais uma nova edição do projeto Mobiliza, programa de capacitação de voluntários voltado para a atuação em situações de risco e emergência.
Desta vez, a iniciativa acontece no auditório da Codesal, situado na Av. Mário Leal Ferreira (Bonocô), s/n, ao lado da Holambelo, das 8h às 12h, e é gratuito e aberto ao público. Podem participar pessoas com mais de 16 anos de idade, sem garantia de vínculo empregatício. Criado em 2018, o Mobiliza já capacitou mais de 4 mil voluntários.
“Quando a população entende os riscos e sabe como agir, a resposta a qualquer emergência se torna muito mais rápida e eficiente. O Mobiliza é exatamente essa ponte entre o conhecimento técnico e a comunidade”, afirma o diretor-geral da Defesa Civil de Salvador, Adriano Silveira.
O projeto é dividido em quatro módulos: introdução à atuação da Defesa Civil; percepção de risco; mudanças climáticas e seus impactos; e noções de primeiros socorros. O conteúdo busca preparar os participantes para identificar situações de vulnerabilidade, agir de forma segura e colaborar com as equipes oficiais em casos de desastres.
“Grande parte das ocorrências que atendemos poderia ter consequências menores se a população soubesse reconhecer os sinais de risco e adotasse os procedimentos corretos. O Mobiliza trabalha essa percepção, formando agentes multiplicadores de conhecimento dentro das comunidades”, explica o gerente de prevenção da Codesal, Hugo Flávio Júnior.
Nesta nova edição, está confirmada a presença de alunos das turmas de Administração, Contabilidade e Gestão de Recursos Humanos, do Centro Universitário UnyRuy Wyden.
“Cada voluntário formado se torna um agente de prevenção em seu bairro, no ambiente familiar ou no ambiente de trabalho. O Mobiliza existe para que os cidadãos soteropolitanos entendam que proteger vidas é uma responsabilidade coletiva. Queremos atrair cada vez mais pessoas engajadas”, conclui o coordenador do projeto Mobiliza, Carlos Cézar Oliveira.
As inscrições podem ser feitas por meio deste link: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf5gteden_JFOBzR_WEAzDLfu-mKTUeG_cEKzwImBTM2DQNRA/viewform?usp=header

A Prefeitura de Salvador entregou na última sexta-feira (11) o Campo do Cosmo, em Mussurunga, após investimento de aproximadamente R$ 1,5 milhão, e anunciou um pacote de mais 101 campos e quadras que serão reformados ou implantados na cidade, em um investimento total de R$ 54 milhões. Dos 101 espaços esportivos, 44 serão de grama sintética.
Com a execução desse pacote, a capital baiana alcançará 160 arenas com grama sintética, de acordo com o prefeito Bruno Reis. “É a cidade do Brasil com o maior número de campos de grama sintética no país; todos gratuitos, muitos deles funcionando 24 horas. Por exemplo, já é a quinta vez que vamos substituir o gramado do campo na orla do Rio Vermelho, tendo em vista a grande utilização que tem”, afirmou o gestor municipal, durante a inauguração do campo em Mussurunga.
No Campo do Cosmo, além do gramado sintético, foram realizados serviços de recuperação de drenagem, manutenção do alambrado, pintura de muretas, rede de cobertura lateral e iluminação em LED. Os serviços foram realizados pela Secretaria de Infraestrutura e Obras Públicas (Seinfra), através da Superintendência de Obras Públicas do Salvador (Sucop).
Ainda durante a entrega, Bruno Reis apontou a evolução na política de implantação de campos na cidade nos últimos anos. “No passado, o anseio das pessoas era que a gente passasse uma patrol no campo de futebol e garantisse a iluminação. Hoje, diante da nova realidade da Prefeitura e da nova Salvador que construímos, a maior expectativa é de que a arena seja de grama sintética”, comparou o chefe do Executivo soteropolitano.
Segundo o prefeito, os campos gratuitos trazem benefícios de todos os tipos para as comunidades da capital baiana.
“Equipamentos como esse ajudam milhares de crianças e jovens a ficarem longe das drogas e do crime. Muitos têm o sonho de serem atletas profissionais, mas mesmo para quem não seguir essa carreira, o esporte vai transmitir ensinamentos que vão ajudar no futuro, seja qual for a atividade profissional. Além disso, o esporte é vida, é saúde. Por isso nós investimos tanto no esporte. Em nenhum outro momento na história dessa cidade se investiu tanto em programas e projetos na área do esporte”, acrescentou Bruno Reis.
O secretário municipal de Promoção Social, Combate à Pobreza, Esportes e Lazer (Sempre), Júnior Magalhães, reforçou a importância dos campos e quadras para a população soteropolitana, inclusive como espaços de socialização.
“Um campo desse não é apenas uma intervenção urbanística; ele muda o cenário da comunidade, fomentando a prática esportiva, incentivando crianças e adolescentes. Cria o principal ponto de interação social da comunidade. Então, estamos muito felizes em poder anunciar esse pacote hoje para a cidade de Salvador”, pontuou o titular da Sempre.
O diretor-geral da Defesa Civil de Salvador, Adriano Silveira, também esteve presente no evento.